Proporcionalidade da Proibição de Publicidade e Regras de Distância
Um dos objetivos centrais dos Clubes de Cultivo (CSCs) é uma proteção efetiva aos menores. Ainda assim, associações de cultivo não devem estar sujeitas ao arbítrio das autoridades – o que, infelizmente, ocorre com frequência atualmente. Existe uma proibição abrangente de publicidade que, na visão da BCAv, é desproporcional em sua forma atual. A associação exige, portanto, uma regulamentação que, por um lado, preserve a proteção aos menores e, por outro, garanta o direito à informação dos consumidores. Um clube de cultivo deve ser claramente identificável para potenciais membros.
📑 Inhaltsverzeichnis
Também é exigida uma regulamentação uniforme em nível nacional sobre a linguagem e simbologia com as quais associações podem informar sobre suas ofertas. As regras de distância existentes também devem ser adaptadas à realidade. Em vez de distâncias mínimas genéricas de escolas ou parques infantis, a BCAv exige regulamentações de distância práticas, orientadas pela visibilidade e pela distância efetiva a pé.
Regras Claras em Vez de Incerteza
Outra preocupação é o esclarecimento oportuno das condições fiscais. Clubes de cultivo não visam lucro e, portanto, não devem cobrar imposto sobre valor agregado na distribuição de cannabis aos seus membros. Ao mesmo tempo, a perspectiva de receita fiscal é um dos principais argumentos para a legalização. A BCAv, portanto, exige regulamentações inequívocas para evitar posteriores cobranças de impostos retroativos.
O termo „muda“ também causa incertezas em todo o país. Quando exatamente uma muda se torna uma planta é atualmente avaliado de forma diferente. A BCAv propõe uma lista de verificação oficial uniforme com critérios claros para definir essa distinção de forma vinculante.
Garantia de Qualidade e Consumo de Baixo Risco
Para promover um consumo o mais seguro possível, os CSCs devem futuramente permitir a compra ou aluguel de vaporizadores e acessórios similares. Produtos substitutos de tabaco também devem ser oferecidos. Nesse contexto, a BCAv também exige permissão para consumo dentro do clube.
Atualmente, é paradoxalmente proibido consumir cannabis em um clube de cannabis. Isso faz com que os consumidores busquem outros locais, onde a proteção aos menores frequentemente é menos garantida. A associação vê uma contradição com o objetivo real de proteção.
Além disso, a BCAv exige padrões mínimos de qualidade uniformes em nível nacional para cultivo e produção. Análises laboratoriais são essenciais para isso. Portanto, a associação exige explicitamente a autorização do envio de amostras de cannabis para laboratórios.
Ajustes nos Modelos de Emprego
Atualmente, clubes de cultivo podem contratar apenas funcionários com jornada reduzida para trabalhar com as plantas. Isso leva a processos ineficientes e dificulta o cumprimento de padrões de qualidade uniformes. A BCAv exige, portanto, a possibilidade de contratar pessoal em tempo parcial ou integral para melhorar a segurança operacional e a competitividade em relação ao mercado ilícito.
Além disso, o limite máximo de 500 membros deve ser eliminado. Essa limitação não oferece nenhuma vantagem, mas, pelo contrário, prejudica o combate eficaz ao mercado ilícito.
Sem Discriminação de Pessoas com Deficiência
De acordo com a lei atual, os membros do clube devem participar ativamente do cultivo. Para pessoas com limitações físicas, isso geralmente não é possível. A BCAv exige, portanto, que o requisito de participação seja estendido a atividades organizacionais ou administrativas para permitir a participação de pessoas com deficiência.
Da mesma forma, a associação exige uma regulamentação especial para distribuição a membros com mobilidade reduzida. Sob a lei atual, o cannabis pode ser distribuído exclusivamente dentro do clube – uma desvantagem significativa para os afetados. A BCAv, portanto, defende uma autorização legal excepcional para entrega de cannabis aos membros do clube.



































